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7 passos para redução da carga tributária nas empresas

A carga tributária costuma ser o grande inimigo do empreendedor brasileiro ao longo da história. Isso tem a ver não somente com os gastos referentes a impostos, contribuições e taxas, mas também com questões que envolvem a complexidade da legislação.

Como os interesses comerciais são regidos pelos municípios, pelos estados e pela federação, o fato é que acompanhar as mudanças quase diárias que envolvem a realidade das empresas é uma missão praticamente impossível.

Ainda assim existem medidas que podem ser tomadas para tornar essa parte do empreendimento menos perigosa e até transformá-la em uma vantagem competitiva para o negócio. Quer saber quais são elas? Então, acompanhe.

1. Terceirize a contabilidade da empresa

O ideal é não correr riscos. Em função de toda a complexidade do sistema tributário, se o empreendedor não é um especialista em contabilidade, é preciso que ele transfira essa responsabilidade para quem realmente entende do assunto e trabalhe com mais tranquilidade.

Assim, ele tem condições de se dedicar à atividade-fim de seu empreendimento e evitar o surgimento do chamado “gestor faz tudo” — aquela figura comum nas empresas brasileiras que cuida de todos os departamentos e que, inevitavelmente, se torna mais sujeito a riscos.

Terceirizando a parte tributária, conhecida como fiscal, da empresa, é possível investir em algo decisivo para o negócio: a qualificação necessária para lidar com a alta carga tributária e a complexidade da legislação no país.

É importante ter um cuidado especial em relação à terceirização de atividades não centrais no empreendimento. Isso pode aliviar a gestão, atribuir profissionalismo a ela e trazer bons resultados financeiros para a empresa.

2. Escolha o enquadramento jurídico mais adequado

Uma empresa pode ser enquadrada dentro de um dos regimes tributários disponíveis, seja o Simples Nacional, o Lucro Real, o Lucro Presumido ou o Lucro Arbitrado. Essa escolha é anual e ela deve levar em consideração a realidade da organização para que, em função disso, os tributos sejam identificados. Uma boa assessoria tributária é capaz de garantir à sua empresa a adequação ideal aos regimes disponíveis.

É preciso analisar fatores como o tipo de atividade que a empresa exerce e o seu faturamento. Entendendo a realidade da organização e as características de cada regime, é possível fazer da questão tributária um problema menor, uma vez que a companhia terá como se beneficiar de cálculos mais justos em função daquilo que ela pode fazer.

3. Atenção aos incentivos fiscais que podem ser utilizados

As empresas que prestam auxílio às atividades ligadas à educação, à cultura e à consciência social, costumam contar com benefícios interessantes concedidos por lei. Isso significa que, fazendo uma gestão tributária adequada, é possível encontrar meios para usar esses benefícios e, assim, amenizar os impactos da carga tributária na empresa.

O ideal é conferir nas legislações municipais, estaduais e federal quais são as oportunidades que se apresentam. Com parcerias com o marketing, por exemplo, uma empresa pode construir uma estratégia de comunicação em que a sua marca seja exposta em eventos esportivos e filmes por meio de incentivos fiscais e, dessa maneira, economizar com campanhas caras.

4. Considere subdividir a empresa

O Simples Nacional é um regime diferenciado. Ele surgiu como forma de tornar a ação dos empreendedores de pequeno porte mais simplificada. Nessa lógica, é natural que o regime ofereça mais benefícios em relação aos demais, o que pode representar uma oportunidade de economia tributária às empresas.

Além disso, ele desburocratiza as ações ao permitir o recolhimento de impostos por meio de uma única via, o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). Esse documento é o responsável pelo ganho de tempo dos empreendedores e contadores que trabalham com o regime.

A subdivisão de uma empresa pode ser feita quando uma organização que atua em diferentes áreas opta por criar várias empresas menores e que, por esse motivo, podem ser enquadradas no Simples Nacional (regime no qual existe um limite de faturamento no valor de R$ 4,8 milhões por ano). Essa prática é legal e tem sido a solução para muitos empreendimentos.

5. Realize um planejamento tributário

Seja qual for o regime mais adequado para a sua empresa, o ideal é que a equipe responsável pela questão tributária conheça os tributos que incidem sobre a sua atividade e exerça o devido controle sobre o fluxo de caixa e o balanço financeiro da companhia. Para tanto, é preciso fazer um planejamento adequado que dê o direcionamento para as ações subsequentes.

Assim, mais do que evitar surpresas como uma cobrança que muda de uma hora para a outra, você consegue também criar estratégias, algo fundamental para diminuir a carga tributária licitamente. Entre outras medidas possíveis, está a compensação de créditos tributários, que permite a recuperação da saúde fiscal de uma companhia.

6. Evite misturar despesas pessoais com as empresariais

Essa dica é essencial, mas muitos empreendedores insistem no erro. Quando o gestor não faz a distinção necessária entre essas contas, sua administração se torna cada vez mais difícil. Dessa forma, ele não tem o controle para investir com critérios, identificar a necessidade de cortes de gastos com antecedência e, pior, impedir que a tributação aumente.

Isso faz com que a empresa pague mais com impostos, tenha prejuízos na sua retirada mensal e até com o lucro anual, levando a gestão a ter que responder processos administrativos e arcar com multas pesadas. É preciso considerar essa separação e adotar conceitos como o de pró-labore para manter as contas em ordem.

7. Valorize a organização acima de tudo

Ainda que não seja o ideal, mesmo que a empresa ainda não tenha capital para investir em uma terceirização para cuidar da parte tributária, saiba que é possível lidar com esse tema contando com uma equipe reduzida e sem abrir mão da segurança. A questão é começar a colocar a casa em ordem.

A gestão precisa ter todos os documentos em mãos e, se possível, investir em soluções tecnológicas para exercer um controle mais aperfeiçoado da situação financeira da empresa. Existem softwares cada vez mais aptos para viabilizar isso em tempos em que a tecnologia tem apresentado novidades incríveis, inclusive com soluções específicas para companhias de menor porte. Isso permite um primeiro passo em direção à economia tributária: organizar processos para simplificar a sua gestão.

Enfim, sabemos que a carga tributária costuma atrapalhar bastante. Contudo, isso não justifica a negligência de boa parte das empresas em relação à adoção de práticas úteis para melhorar a gestão do negócio. Comece a colocar as dicas aqui apresentadas em prática e veja os resultados aparecerem. Eles serão muito importantes para a sequência do empreendimento.

Entendeu como é possível reduzir a carga tributária? Se quer ter acesso a novas dicas, clique nos links e conheça nossas redes sociais: Facebook, Twitter, LinkedIn, Google+ e YouTube.

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Com a necessidade de automatização e modernização de uma série de processos, empresas e escritórios de contabilidade tiveram que travar uma verdadeira corrida contra o tempo para se adequarem às mais diversas mudanças nas suas rotinas fiscais, contábeis e tributárias.

Os escritórios de contabilidade, tem passado por muitas mudanças nos últimos anos, com adequação a nova realidade tecnológica, especialmente a digital, assim, precisando investir em novas ferramentas e buscar conhecimento para atender o mercado com assessoria e consultoria adequada a nova realidade moderna, como exemplo a GTIN NFe.

Desde 2017, as mudanças no processo de verificação do número global do código de barras para a validação da nota fiscal eletrônica passou a exigir maior atenção das empresas, já que a validação das NFs dependerá de uma série de informações da GTIN.

Mas o que é a validação das notas fiscais pelo GTIN? O que muda com a validação? Vejamos, com mais detalhes, cada uma das informações. Fique atento!

O que é GTIN?

O GTIN (Global Trade Item Number) nada mais é que o conjunto numérico que forma o código de barras dos produtos, ou seja, é o número que identifica um item comercial.

O GTIN é único para cada mercadoria, sendo formado por uma sequência numérica da qual é gerado o código de barras. No entanto, essa estrutura numérica aparece nos campos da nota fiscal eletrônica, o que possibilita saber todas as informações de determinado produto.

De forma simplista, o GTIN aparece nos campos cEAN (EAN) e cEANTrib (EAN Tributado) da Nota Fiscal, para informar especificamente o número referente ao código de barras.

Por meio da sequência numérica, é possível saber todas as informações referentes ao produto comercializado — a sua origem, os processos produtivos e os demais dados referentes às características individuais dos itens.

Vale destacar que o código GTIN já é utilizado no dia a dia de empresas que trabalham com saídas e entradas de produtos, visto que a sequência numérica ajuda a identificar individualmente as características físicas do item. Por exemplo, sabor, peso, cor, entre outras informações referentes aos produtos.

Quais são as principais vantagens da GTIN NFe?

Uma série de melhorias foram realizadas nos processos e na qualidade dos dados fiscais apresentados às Secretarias de Fazenda devido à implementação da Nota Fiscal Eletrônica (NFe).

Com o processo de cruzamento e a validação dos dados das Notas Fiscais, uma série de exigências têm sido feitas às empresas que têm produtos circulando no mercado com o GTIN, exigindo um maior cuidado no processo de preenchimento dos dados e mais transparência das informações.

Agilidade na captação de dados dos produtos

O código GTIN permite um maior controle de estoque e a possibilidade de automatizar as tarefas do dia a dia. Ou seja, com as informações específicas de cada produto em um sistema, o empreendedor pode saber exatamente quais itens têm maior demanda e quais estão estragando em estoque, permitindo cortar custos com compras desnecessárias.

É importante destacar que a validação pelo GTIN também se aplica às empresas que faturam produtos na chamada Nota Fiscal Eletrônica para Consumidor Final (NFCe), que é a própria nota do varejo, em substituição ao cupom fiscal.

Maior velocidade nas transações

A grande vantagem da validação das informações no GTIN é permitir que qualquer produto seja identificado, precificado ou faturado a qualquer instante durante a cadeia produtiva.

Isso permite que as empresas tenham um cadastro centralizado de GTIN. Assim, é possível ter as informações dos itens comercializados sempre atualizados e ter maior velocidade nas transações comerciais.

Redução de custos

Processos manuais já não fazem parte da rotina das empresas atuais. Com a obrigatoriedade de preenchimento dos campos de código de barras cEAN e cEANTrib, é possível eliminar processos manuais e que demandavam um maior tempo de trabalho e assim menor produtividade.

O uso da GTIN possibilita que o empreendedor tenha maior controle sobre os seus produtos estocados e verifique, em tempo real, informações que possam evitar prejuízos, como prazos de validade, tempo em estoque, quantidade disponível, entre outros dados.

Quais as mudanças no GTIN NFe?

O GTIN é uma sequência numérica que identifica os produtos comercializados. Em resumo, esse código é uma chave global que identifica itens comerciais a serem precificados, representando uma importante base de dados quanto a todas as informações que envolvem todo o processo produtivo, desde matérias-primas até produtos finalizados e entrega ao consumidor.

Logo após a determinação do GTIN, não é possível alterá-lo ou utilizá-lo em outro produto, ou seja, é um número de identificação único e intransferível.

A implementação do GTIN segue um cronograma setorial:

Grupo CNAE Data
1 324 01/01/2018
2 121 a 122 01/02/2018
3 211 e 212 01/03/2018
4 261 a 323 01/04/2018
5 103 a 112 01/05/2018
6 011 a 102 01/06/2018
7 131 a 142 01/07/2018
8 151 a 209 01/08/2018
9 221 a 259 01/09/2018
10 491 a 662 01/10/2018
11 663 a 872 01/11/2018
12 Demais grupos de CNAEs 01/12/2018

O processo de validação das Notas Fiscais Eletrônicas já é um processo realizado pelas Secretarias da Fazenda. No entanto, a exigência passa a requerer os campos cEAN e cEANTrib.

Embora algumas exigências sejam novidades, o preenchimento desses campos já era um procedimento obrigatório. O que muda é a validação das informações — que antes não ocorria e passa a se tornar uma obrigatoriedade.

Na prática, em caso de não conformidade ou a não realização do cadastro dos produtos com o banco de dados da Receita Federal, a NFe será rejeitada.

É fundamental ficar atento às informações prestadas no processo de emissão das notas fiscais, ou seja, os contribuintes deverão ficar atentos a essa obrigatoriedade para não ter prejuízos nas suas operações.

O código GTIN na NFe possibilita a automação no recebimento das mercadorias, a melhoria no controle de estoque, a rastreabilidade e uma série de outras vantagens.

É importante destacar que é obrigatório o uso do Certificado Digital na emissão da Nota Fiscal Eletrônica, devendo ser adquirido junto a uma Autoridade Certificadora credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileiras.

Agora que você já está por dentro do que é o GTIN e quais são as mudanças esperadas, curta e compartilhe a nossa página no Facebook. Corre lá!

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Identificação digital: a acreditação das credenciais no mundo eletrônico

Agilidade, segurança, confiabilidade e economia são elementos cobiçados por todas as entidades, sejam elas privadas ou públicas. É por meio da identificação digital que essas qualidades se tornam palpáveis e também são assegurados o desenvolvimento e a qualidade nos serviços de uma organização.

Essa tecnologia está se tornando cada vez mais popular no Brasil e no mundo. Isso é devido à crescente competitividade do mercado que, consequentemente, tornou a inovação empresarial uma necessidade para a sobrevivência do mercado.

A identificação digital é um dos elementos da transformação digital nas empresas. Ela é feita por meio dos certificados digitais e traz inúmeros benefícios ao negócio.

Não é preciso dedicar anos de estudo sobre tecnologia e informação para implementá-la, pois há companhias especializadas para fazê-lo. Bastando que o administrador obtenha conhecimento básico sobre o tema.

Se você quer saber mais sobre o assunto, continue a leitura desta publicação para entender o conceito de cada um dos termos mencionados, a relação entre eles, a importância da identificação digital, os seus benefícios e porque implementá-la! Confira!

Afinal, o que é a identificação digital?

Basicamente, a identificação digital é um aglomerado de informações organizadas e codificadas digitalmente. Ela permite que uma pessoa física ou jurídica seja identificada eletronicamente.

Outros usuários que acessam um sistema ou uma plataforma digital, seja online ou não, conseguirão identificar exatamente quem realizou determinado ato.

Essa identidade pode conter dados pessoais como nome, endereço, número de identificações civis. Ela também pode ser biométrica, em que são coletadas características físicas do usuário, como impressão digital, reconhecimento de voz ou íris do olho.

A maioria dos processos, a troca de informações, os registros e as operações estão sendo realizados eletronicamente, seja em órgãos do poder público ou em empresas.

Uma internet rápida e móvel tem se tornado cada vez mais acessível, assim como o barateamento de computadores e aparelhos móveis com excelentes processadores.

Graças à fácil obtenção das modernidades, aliada ao rápido desenvolvimento tecnológico, a tecnologia utilizada na identificação digital está, a cada dia, ganhando mais funcionalidades, benefícios, formas de implementação e espaço no mercado.

Qual é a tecnologia usada na identificação digital?

São várias as ferramentas que permitem a identificação digital, como crachás, sistemas biométricos, tokens, cartões etc. Elas utilizam uma tecnologia essencial — é a chamada criptografia.

Criptografia de dados

Trata-se de um conjunto de técnicas que transforma o código do usuário em uma combinação ilegível. Somente o destinatário possui a chave para ler o sinal criado.

O ato de transformar os dados em uma nova linguagem é chamada de cifrar — ou encriptar —. Isso tornará as informações de uma identidade digital criptografada.

A ação reversa é conhecida como decifrar — ou desencriptar —. Isso é realizado em um terminal no qual foi instalado o software que permite fazê-lo, tornando os dados legíveis novamente.

A finalidade desse processo é garantir a segurança dos dados enquanto eles viajam pela internet. Criminosos virtuais — hackers — não conseguirão decifrar a identidade do usuário enquanto os dados estiverem criptografados. Somente as duas partes interessadas obterão as informações enviadas.

Graças a esse procedimento, é possível identificar a pessoa que realizou determinado ato. Sem a tecnologia, todos os comércios, os órgãos públicos e os identificadores digitais estariam completamente vulneráveis à falsificação.

Existem duas técnicas de criptografia que podem ser utilizadas. Ambas são eficientes e seguras. Seu uso depende da necessidade de cada hipótese:

  • simétrica: conhecida como de chave secreta, a mesma chave para decifrar o código é compartilhada entre o emissor e receptor;
  • assimétrica: usa-se uma chave pública para cifrar e uma privada para decifrar. Seu processo é mais lento, porém ótimo para ser usado em um canal público.

Futuro da tecnologia – O que vem a seguir

Para um futuro próximo, existe a expectativa com a tecnologia chamada de blockchain que poderá revolucionar a maneira como funciona o compartilhamento de dados.

Em vez de utilizar um único servidor para conter os dados criptografados, eles serão compartilhados entre todos os usuários, unificando todo o sistema e permitindo que todos os utilizadores tenham chaves de segurança para decifrar os dados.

Além disso, se um criminoso deseja copiar o código utilizado, ele deveria invadir os dados de todos os usuários, tornando ainda mais difícil — senão impossível — a falsificação das identidades.

O Blockchain já é utilizado nas moedas criptografadas, como Bitcoin, e está sendo estudado para ser implementado em passaportes, redes sociais e muito mais.

Portanto, a identificação digital consiste em um estudo fundamental para o futuro. Quanto mais cedo as empresas se atualizarem, maior será o aproveitamento dos benefícios das tecnologias atuais e futuras.

Qual é a sua relação com os certificados digitais?

Os certificados digitais são instrumentos que permitem a identificação eletrônica. Eles autenticam atos e documentos com uma assinatura digital, garantindo a mesma validade jurídica que uma assinatura física. Algumas das principais informações encontradas no certificado digital são:

  • dados pessoais do titular, como nome, CPF ou CNPJ, e-mail etc;
  • nome da Autoridade Certificadora (AC) emissora do certificado;
  • número de série e prazo de validade do instrumento;
  • assinatura digital da AC.

Por exemplo, uma companhia emite documentos digitais para outra utilizando os certificados. Os destinatários terão a certeza de que o envio foi feito pela pessoa competente, que não se trata de uma fraude ou algo feito por um criminoso virtual e que tem plena validade para cobranças em juízo.

Há várias organizações que emitem e comercializam certificados digitais no Brasil. Elas são chamadas de Autoridades Certificadoras (AC). Entretanto, elas devem seguir os padrões determinados pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) e ter autorização do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI).

Essa última entidade detém a responsabilidade legal de conceder a autorização de emissão para as autoridades certificadoras, supervisionar seu trabalho e realizar a auditoria dos certificados emitidos. Com a sua fiscalização, a segurança e a funcionalidade desses instrumentos são garantidas.

Faz-se importante distinguir essas entidades em relação às Autoridades de Registro (AR), que são as responsáveis por atender os interessados em adquirir certificados, coletar seus documentos e encaminhá-los às ACs.

Tipos de certificados

Como a identificação digital é útil tanto para pessoas jurídicas quanto físicas, servidores e serviços, foram criadas categorias de certificados que atendem a necessidade de ambos. São elas:

  • e-CPF: como o nome indica, funciona como um CPF virtual. Pode ser utilizado para envio de declaração de imposto de renda, assinatura de documentos eletrônicos e fiscais, entre diversas outras atividades comuns de um cidadão;
  • e-CNPJ: destinado às empresas, permite a execução das atividades de pessoa jurídica junto a Receita Federal e demais órgão;
  • NF-e: assina notas fiscais eletrônicas;
  • SSL: Identifica o servidor de páginas de um site e a troca das informações entre os pontos de acesso como serviços,  visitantes, criptogrando através de camadas seguras a transmissão de dados.

Vale ressaltar que existem modalidades de certificados que podem ser emitidos: por exemplo A1 e A3. Ambos oferecem excelentes níveis de segurança e confiabilidade. A decisão entre eles dependerá da necessidade da empresa.

Certificado digital A3

No modelo A3 são utilizados token ou smart cards, dispositivos que armazenam os dados dos usuários. Esses objetos podem ser facilmente carregados no bolso ou na sua carteira.

Você os insere em um terminal de computador e digita uma senha criada pelo usuário. A validade desse certificado varia de um a três anos.

Existem certificados A3 especialmente desenvolvidos para Micro Empresas (ME), Empresas de Pequeno Porte (EPP) e Microempreendedores Individuais (MEI). A validade desse instrumento é de até 18 meses.

Certificado digital A1

O A1 por sua vez, é instalado em um software no computador. O usuário faz o login e poderá realizar suas tarefas rotineiras. Esse tipo de certificado tem um prazo de validade de um ano.

Por que se tornou uma prioridade nas empresas hoje?

De acordo a Associação Nacional de Certificação Digital (ANCD), as transações com a certificação digital ultrapassam 70% de todo o Produto Interno Bruto (PIB) do nosso país.

A seguir, listamos as principais vantagens.

Segurança

O grande destaque dessa tecnologia é o nível de segurança garantido. As operações online são executadas de forma rápida, sigilosa e com autenticidade.

Conforme a tecnologia avança, os hackers também tentam acompanhá-la, desenvolvendo novos métodos de invasão e subtração de dados. Obviamente, o certificado digital é o principal alvo desses indivíduos.

Entretanto, até o atual momento, não foram registradas ocorrências de quebra dessa tecnologia em todo o mundo. Além disso, o tema é regulamentado por leis específicas e os emissores são rigorosamente fiscalizados. Tudo isso garante que os certificados sejam dotados de plena segurança.

Economia

Substituir documentos físicos por digitais é uma grande redução de gastos (e de burocracia) para a companhia. Uma satisfatória parcela das impressoras, das tintas e dos papéis serão substituídos por documentos eletrônicos.

A assinatura digital é a ferramenta que permite que a digitalização seja realizada. Como os documentos virtuais terão a mesma validade que os documentos físicos, serão eliminados os riscos de invalidade perante órgãos fiscais, parceiros, entre outras entidades.

O armazenamento dos documentos será digital, podendo ser feito em um servidor próprio da companhia (criptografado e autenticado) ou de uma agência especializada em fazê-lo, com a possibilidade, também, do arquivamento em nuvem e dos backups automáticos.

Outra economia consiste no envio da documentação. Não será necessário contratar serviços de entrega como Correios, pois a transferência de arquivos online é quase instantânea.

Praticidade na verificação da regularidade da empresa

A Receita Federal e os demais órgãos fiscalizadores já estão modernizados e permitem acesso rápido e fácil aos seus bancos de dados.

O Centro de Atendimento Virtual ao Contribuinte (e-CAC) permite a verificação da situação da empresa diante do fisco, entre outros serviços, com o acesso pelo certificado digital e a comunicação com a Receita Federal.

Aumento da produtividade

É inegável que os serviços feitos pela internet são mais rápidos e fáceis do que aqueles feitos pessoalmente. O tempo despendido pelo colaborador na realização das tarefas será reduzido drasticamente.

Isso permite que ele gaste menos tempo com tarefas puramente burocráticas — como impressão, assinatura, entrega e organização dos documentos — possibilitando maior dedicação às suas tarefas mais produtivas.

Pensando e preservando o futuro

A preservação do meio ambiente é um benefício visado por muitos empreendedores, porém ainda é fundamental que todos, sejam pessoas físicas e empresas, busquem o desenvolvimento sustentável. Somente dessa forma poderemos garantir a saúde e a própria vida para a nossa geração e as próximas.

Qual o seu vínculo com a transformação digital?

A transformação digital consiste em modernizar o empreendimento para valer-se de todos e quaisquer benefícios oferecidos pela tecnologia, seja na forma de  grow hacker, ciclo de vida do produto e métodos que incrementem o ganho de produtividade, questão ou segurança.

O certificado digital constitui-se como um pilar para o negócio que deseja se informatizar e inovar. É por meio dessa ferramenta que será possível digitalizar os seus documentos, identificar-se online com os seus clientes etc.

Transformação digital no poder público

Com a acelerada expansão da transformação digital, o poder público não ficou para trás e o regulamento do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) determina a obrigação para determinados empregadores e logo será para todas as empresas. Esse projeto é constituído por quatro bases:

  • escrituração fiscal digital (EFD);
  • escrituração contábil digital (ECD);
  • nota fiscal eletrônica (NF-e);
  • conhecimento de transporte eletrônico (CT-e);
  • EFD-Contribuições;
  • eSocial;
  • escrituração contábil fiscal.

Trata-se de um programa que objetiva unificar a recepção, a validação, a autenticação e o armazenamento dos livros contábeis e dos documentos fiscais de uma pessoa jurídica.

Faz-se importante saber que o Estado estabeleceu o uso de certificados digitais como um requisito para a escrituração digital. Portanto, não se trata mais de um elemento opcional às companhias.

Quais são os benefícios para a segurança da informação?

A segurança da informação está diretamente ligada à proteção de dados, ao seu objetivo de preservar os valores de uma empresa ou um indivíduo. O tema não diz respeito somente às informações eletrônicas, mas à proteção e ao monitoramento de dados de forma generalizada.

Consiste em um estudo sobre o ambiente e a infraestrutura da empresa, sobre as pessoas cujas metas sejam modificar, subtrair ou destruir informações desses sistemas e os métodos de proteção.

Os atributos básicos da segurança da informação seguem padrões internacionais estabelecidos pela Organização Internacional da Normalização (ISO). São eles:

  • confidencialidade: limita o acesso à informação somente para as entidades legitimadas a recebê-las;
  • integridade: garante que os dados transferidos tenham todas as características do original, ou seja, que não sejam perdidos conteúdos;
  • disponibilidade: a tecnologia sempre deverá estar disponível para uso pelo usuário;
  • autenticidade: garantia de que o envio foi feito pelo remetente correto e não foi alvo de mutações;
  • não repúdio: impossibilidade de negar autoria, é perfeitamente identificável o autor da operação.

Entre os diversos mecanismos de segurança que atendem as qualidades da segurança da informação está o certificado digital. Isso é graças à tecnologia da criptografia de dados.

Percebe-se que os certificados digitais vão muito além uma simples forma de identificação. Eles são uma forma completa de proteção de dados e uma das poucas que preenche os padrões internacionais de segurança.

Em quais situações a identidade digital pode ser utilizada?

São diversas as operações que podem ser realizadas com certificados digitais. As mais utilizadas no dia a dia de uma empresa são:

  • assinar notas fiscais eletrônicas, conhecimentos de transporte eletrônicos, manifestos eletrônicos, entre outros;
  • autenticar o envio de documentos pela internet;
  • assinar digitalmente contratos virtuais;
  • cadastrar e acessar plataformas virtuais com segurança;
  • enviar declarações;
  • garantir validade jurídica para documentos e atos;
  • realizar operações bancárias;
  • geração de NF-e, NFC-e, NFS-e;
  • registro de contrato social na Junta Comercial;
  • realizar operações de comércio exterior pelo Siscomex;
  • acessar o sistema da Caixa Econômica Federal para realizar o envio do FGTS.

Além dessas tarefas corriqueiras, o advento da tecnologia também permitiu o surgimento de algumas possibilidades incomumente úteis para as empresas. Confira-as a seguir.

Participação de leilões eletrônicos

A Polícia Federal e a Receita Federal disponibilizaram um Sistema de Leilão Eletrônico, nos quais as pessoas físicas ou jurídicas podem participar do processo de forma completamente online, sem precisar se deslocar até o local do leilão.

Porém, somente após a aquisição de um certificado digital é possível acessar os lotes, as datas disponíveis e enviar propostas.

Elaboração de procurações eletrônicas

Como a assinatura digital gerada pelo certificado é plenamente autêntica, torna-se possível redigir procurações eletrônicas completamente válidas.

Esse instrumento elimina a necessidade de realizar cópias autenticadas, reconhecimento de firmas em cartórios, verificação manual de assinaturas, impressão de papelada, entre outros fatores puramente burocráticos.

Em quais mercados os certificados digitais podem ser utilizados?

As vantagens dos certificados digitais podem ser aproveitadas por empresas e profissionais de qualquer ramo. Eles são utilizados, até mesmo, por membros do poder público. A seguir, listamos alguns empreendimentos e explicamos como a tecnologia pode ser útil na prática.

Área da saúde

A Identidade Médica Digital (CRM Digital) é uma cédula emitida apenas para médicos com o devido registro regular no Conselho Federal de Medicina (CFM). A tecnologia expande as capacidades do médico ao aumentar a praticidade do seu trabalho.

A identificação digital permite que o médico acesse o Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), arquivo que aglomera os prontuários médicos e odontológicos dos pacientes em um único sistema.

O profissional poderá registrar informações, autorizar exames ou internações, liberar resultados, monitorar o paciente e realizar outras atividades de sua competência de forma completamente eletrônica.

Departamento jurídico

Com o advento do Processo Judicial eletrônico (PJe), os tribunais, os conselhos e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) passaram a exercer seus atos processuais virtualmente. Esse inovador sistema permite uma tramitação mais ágil em comparação aos processos físicos.

A utilização do PJe tornou-se obrigatória a partir de 2016 e, diante dessa exigência, popularizou-se a identidade digital para juízes, promotores, advogados, entre outros operadores da justiça.

Setor contábil

O contador é um profissional fundamental de uma empresa. Ele elabora as demonstrações contábeis e o balanço patrimonial da companhia, controla seu patrimônio e mantém as finanças equilibradas.

Uma de suas atividades é manter a organização regularizada perante o fisco. Como a escrituração contábil atualmente é executada obrigatoriamente online pelo SPED, a identidade digital para contadores também é fundamental para a regularização perante o fisco.

Gestor de TI

Profissionais da Tecnologia da Informação (TI) sempre estão antenados quanto às novidades tecnológicas. Contudo, nem todos adotaram o uso de certificados digitais nas suas operações.

Esse é um erro grave, pois a sua produtividade seria alavancada a níveis grandiosos com essa ferramenta. Ele aproveitaria de todos os benefícios já listados e criaria o seu diferencial competitivo no mercado.

Como a identificação digital gera um diferencial competitivo?

A identificação digital pode ser considerada como um diferencial para o profissional. Entretanto, a empresa que adota essa tecnologia também adquire esse benefício perante o mercado.

Um diferencial ou uma vantagem competitiva é um atributo que torna uma empresa única ou com características superiores diante seus concorrentes. Isso faz com que os consumidores prefiram negociar com a sua marca. Alguns exemplos de diferenciais competitivos são:

  • maior qualidade nos produtos ou serviços;
  • menores preços;
  • melhor atendimento;
  • entrega rápida;
  • menores taxas;
  • produtos únicos ou customizados;
  • benefícios exclusivos.

Obter essa qualidade é fundamental para aumentar as suas vendas, garantir o faturamento, atingir metas e, consequentemente, desenvolver saudavelmente — principalmente em um ramo saturado.

Apesar de o certificado digital ser obrigatório para diversas empresas, várias apenas a adquirem pela exigência legal e fazem a escrituração fiscal de seus livros contábeis no SPED. O diferencial competitivo surge com a forma de manuseio da identidade digital.

Os administradores mais inteligentes conseguem extrair todo o potencial da tecnologia aumentando a produtividade dos seus colaboradores, reduzindo os custos de produção, barateando os seus produtos e mantendo a sua companhia completamente regular perante o fisco.

Por que fazer a implementação do uso hoje?

Atualmente, as organizações que não possuem o certificado podem ter problemas com o fisco e não deram a devida importância ao tema.

No entanto, essa ferramenta surge como uma entrada para o desenvolvimento tecnológico. Por ela, impulsiona-se a transformação digital de sua empresa, garante-se a plena segurança de seus dados e permite-se a criação de um diferencial competitivo. Todos esses coeficientes juntos podem tornar a sua companhia uma referência no mercado.

A identificação digital revolucionou o funcionamento das empresas. Com a crescente popularidade da tecnologia, ainda mais serviços, comunicações, investimentos, pagamentos e outras funcionalidades serão realizadas por meio dos certificados digitais.

Interessou-se em modernizar a sua companhia e aproveitar-se das vantagens dos certificados digitais? Entre em contato conosco e conheça nossos produtos!

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O e-commerce é um dos ramos que mais cresce no Brasil. Ele é bastante atrativo para os empreendedores, pois oferece agilidade, facilidade de controle, conforto, entre outras vantagens. Entretanto, é fundamental que o gestor atente à segurança no e-commerce.

O investimento na segurança da loja virtual é essencial para assegurar a proteção das informações do consumidor, caso contrário ele poderá ter seus dados subtraídos por terceiros de má-fé e arcará com prejuízos.

Promover a segurança ainda traz outros benefícios ao empreendimento, como o aumento das vendas, pois o cliente se sente mais seguro para efetuar compras.

Quer saber como isso é possível? Explicaremos a importância da segurança no e-commerce e como o certificado SSL a garantirá. Falaremos também do que é necessário exibir no site para provar que é seguro acessá-lo.

A importância da segurança no e-commerce

Os criminosos virtuais estão cada vez mais sofisticados, desenvolvendo novos métodos para subtrair dados ou ter acesso às informações das lojas. Infelizmente, se tiverem sucesso nessas ações, tanto o site do comércio quanto o cliente sofrerão danos excepcionalmente grandes.

Os hackers podem clonar cartões dos consumidores, alterar dados dos sites, entre diversos outros atos ilícitos. Portanto, é fundamental investir em métodos sofisticados para estar sempre um passo à frente dos criminosos e evitar prejuízos.

Vários consumidores desistem de realizar compras em um e-commerce que não deixa evidente que é seguro inserir seus dados na plataforma. Por outro lado, os sites que implementam tecnologias de segurança conquistam a confiança de mais clientes e, consequentemente, conseguem aumentar suas vendas.

Conforme publicado pelo e-Commerce Brasil e pelo IBOPE e-commerce, o abandono de carrinho em lojas virtuais chega a 83% no setor de informática e a 80% no de casa e decoração.

Porém, a mesma pesquisa demonstrou que a implementação de métodos de segurança (especificamente o SSL) reduziu esses percentuais em 20% e aumentou a receita mensal em cerca de 35%.

O certificado SSL como uma das principais formas de segurança

A sigla SSL significa Secure Socket Layer. Esse é um dos principais certificados que garante a segurança nas trocas de dados entre o cliente e a plataforma online.

Trata-se de uma tecnologia cujo objetivo é impedir que indivíduos mal-intencionados capturem informações confidenciais dos usuários, como números e senhas de cartões de crédito.

Esse certificado está incorporado em todos os navegadores comumente utilizados, como Google Chrome, Microsoft Edge, Mozilla Firefox, Internet Explorer e outros — sejam para computadores ou dispositivos móveis. Porém, é preciso que o servidor do e-commerce também o implemente para que funcione corretamente.

A tecnologia da criptografia

A tecnologia SSL utiliza um sistema de criptografia para tornar as informações trocadas entre as partes indecifráveis para terceiros. São utilizadas duas chaves para criptografar os dados: uma pública, que é conhecida por todos, e uma privada, que somente o destinatário tem acesso.

É necessário contar com as duas para ter conhecimento dos dados transmitidos à loja virtual. O seu navegador criptografa as informações e as envia para o site. Quando esses dados chegam ao servidor seguro, eles são decifrados por meio da chave privada.

Quando o servidor envia informações a você ocorre o contrário: ele codifica os dados que somente poderão ser lidos quando chegar ao seu navegador. Isso faz com que, caso sejam interceptados por criminosos, os dados fiquem ilegíveis, pois eles não terão as chaves necessárias para decifrá-los.

A segurança na prática

Na prática, quando o navegador se conecta a um servidor SSL, ele requisita um certificado digital da Autoridade Certificadora (CA). Essa última autentifica a identidade do servidor e permite a troca de dados, o que garante que o cliente não envie suas informações para um criminoso virtual ou um site falso.

Na hipótese em que há falha de autenticação com a Autoridade Certificadora, o navegador exibirá uma janela informando que encontrou um problema na operação, o que permite que você encerre a sessão ou continue sob próprio risco.

Em razão dessa proteção, o Google anunciou que o uso do Certificado SSL no site melhora o ranqueamento da loja nas buscas feitas na plataforma.

Isso significa que, em eventuais pesquisas feitas pelos consumidores, a loja virtual terá prioridade nos resultados em relação a outras que não usam a tecnologia, pois é melhor que os visitantes acessem sites que se preocupam com a segurança de seus clientes.

Além disso, o SSL se tornou obrigatório para pagamentos por cartão de crédito. Essa exigência foi imposta pela Indústria de Cartões de Pagamento (PCI), ou Security Standards Council, que traz as normas de segurança mínimas para proteger estabelecimentos e consumidores de fraudes de cartão de crédito.

Aspectos que comprovam que o site é seguro

Com a implementação do certificado SSL, é possível garantir segurança ao site em relação a invasões de hackers e uma posição melhor no ranqueamento do Google.

Entretanto, para se beneficiar com o aumento das vendas, é preciso que o site evidencie que utiliza a tecnologia. Para isso, é preciso que sejam exibidos elementos visuais para a identificação do SSL na página. Confira quais são eles a seguir.

Barra verde

A barra verde está evidente em todos os navegadores. Basicamente, consiste na alteração da cor da barra de endereço (onde você digita o endereço do site) para verde. Sem o SSL, a cor será vermelha, que traz a impressão de perigo e cuidado, ou neutra (branca).

Cadeado

Outra característica marcante é o surgimento de um cadeado antes na barra de endereço, que demonstra que o site está protegido por um certificado SSL.

É possível que o visitante clique no ícone para ter mais informações sobre o certificado, como a localização do servidor e a empresa que implementou o sistema de segurança.

Além do cadeado, o endereço da página também é modificado, acrescentando-se um “s” (que significa seguro) após o início http, que se tornará https. Dependendo do navegador, tanto o cadeado quanto o https serão disponibilizados na cor verde.

Selo de segurança

Os selos de segurança são emblemas com hyperlinks que levam à empresa especializada na certificação SSL.

Conforme uma pesquisa publicada pela Econsultancy, cerca de 48% dos visitantes decidem se o site é seguro pelo selo de segurança nele apresentado. Portanto, esse elemento é um dos coeficientes mais relevantes para a maximização das vendas em uma loja virtual.

Atualmente, a segurança no e-commerce é fundamental para evitar prejuízos e conseguir a confiança de seus clientes. O certificado SSL é a principal forma de proteção e a que garante a maior quantidade de benefícios para a loja.

Quer saber mais sobre o certificado digital? Então baixe nosso e-book gratuito sobre suas regras e obrigatoriedade de uso. Confira!

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4 passos para otimizar a experiência do cliente com a tecnologia

Muitos fatores contribuem para o sucesso de uma empresa. A experiência do cliente ao lidar com a marca, por exemplo, é um dos principais. Quando o negócio garante que as interações do seu público-alvo com a marca serão as melhores possíveis, torna-se mais fácil manter pessoas fidelizadas, mesmo que erros ocorram.

Mas o que o negócio pode fazer para otimizar a experiência do usuário de seus produtos e serviços? Veja no nosso post!

O que é a experiência do usuário?

O termo experiência do usuário é utilizado para identificar a maneira como uma pessoa percebe as suas interações com uma tecnologia. A experiência do usuário (também conhecida como experiência de uso ou do cliente) é um dos principais fatores relacionados à capacidade de uma solução para fidelizar pessoas.

Quando uma ferramenta ou um processo proporciona uma boa experiência, falhas não são capazes de impedir a continuidade do uso da solução. A percepção do produto como um todo continuará positiva, uma vez que a aplicação, o site ou o serviço continuará apresentando recursos e funcionalidades que encantam e agregam valor contínuo.

Qual a importância da experiência do cliente no ambiente atual?

Nos últimos anos, a experiência do cliente ao utilizar serviços digitais ou mesmo efetuar a compra de produtos tem se tornado um fator muito importante para empresas. Melhorar as interações que os consumidores têm com os serviços da companhia deve ser um objetivo constante do gestor. Seja em ambientes online e offline, essas melhorias geram aumento dos lucros e garantem que a companhia possa manter-se competitiva.

Focalizando as soluções do negócio nas necessidades do cliente, a companhia consegue atingir mais mercados e ampliar os seus lucros. Nesse sentido, o negócio precisa estruturar as suas operações a partir de três pilares, que são:

Esforço

O cliente deve fazer o mínimo de esforço possível para obter dados ou executar uma ação. Em outras palavras, cada interação com os serviços da companhia precisa estar estruturada de tal forma que o seu objetivo seja atingido da forma mais objetiva, simples e prática possível. Esse é um fator que ganhou importância especialmente nos últimos anos, em que as empresas precisam responder às demandas externas em uma velocidade cada vez maior.

Emocional

A marca deve focar em criar um vínculo emocional com o seu público-alvo. Isso vinculará os serviços e produtos do negócio à memória do consumidor, aumentando a taxa de retenção de cada novo cliente.

Sucesso

A companhia deve investir em estratégias para que os seus consumidores sempre atinjam os seus objetivos ao lidar com os serviços do negócio. Nesse sentido, há a necessidade de realizar um constante investimento em tecnologias e soluções que permitam encontrar erros e, assim, efetuar melhorias de alto impacto.

Em resumo, a experiência do cliente é crucial para que o negócio possa otimizar os seus serviços e atingir bons resultados a médio e longo prazo. Esse fator torna o negócio mais eficaz, evita a perda de consumidores e garante maior competitividade para a companhia mesmo em momentos de crise.

Como melhorar a experiência do cliente?

A otimização da experiência de uso de aplicações e serviços deve ser contínua. A empresa deve reavaliar os seus processos e otimizar a estrutura de suas soluções sempre com base nas necessidades do seu público-alvo. Entre as principais formas de atingir esse objetivo, destacamos:

1. Adote chatbots

Os chatbots são ferramentas utilizadas por empresas para melhorar o atendimento aos clientes. Um chatbot pode ser definido como um software que executa funções por meio de comandos de texto, simulando uma conversa com um humano. Por serem ferramentas flexíveis, podem ser vinculados aos serviços de mensagens instantâneas, sites, sistemas de atendimento ou, até mesmo, redes sociais.

Um chatbot pode ser utilizado para diferentes demandas, como exibição de dados de compras, venda de produtos, troca de senhas e processos de baixa complexidade. O seu uso reduz a carga de trabalho do time de suporte de uma empresa, amplia os canais de atendimento ao consumidor e, assim, contribui para que a companhia possa melhorar a experiência de seus clientes ao lidarem com a marca.

2. Implemente a análise de dados

A análise de dados tem um papel de destaque entre as estratégias que uma companhia pode utilizar para melhorar a experiência do cliente ao lidar com os seus serviços e produtos. Com o apoio de soluções de Big Data e Business Intelligence, o gestor consegue criar uma visão abrangente sobre todos os fatores que contribuem para o sucesso do negócio e o que pode ser otimizado. Assim, a empresa pode tomar decisões mais inteligentes e lucrativas.

As soluções de análise de dados também auxiliam a empresa a melhorar o seu posicionamento no mercado. A identificação de tendências torna-se mais precisa. A companhia consegue maximizar a sua capacidade de planejar-se de forma eficaz, respondendo rapidamente às demandas do mercado.

3. Escute o seu cliente

Companhias que garantem que a experiência do cliente será de ponta têm uma ampla abertura ao feedback de clientes e parceiros comerciais. Por meio da opinião do público-alvo do negócio, gestores ganham uma nova campanha de conhecimento sobre como os seus serviços estão estruturados e o que pode ser feito para melhorar as interações do consumidor com a marca.

Portanto, adote mecanismos para que torne-se mais fácil coletar o feedback de cada consumidor sempre que ele interagir com o negócio. Após compras ou contatos com o SAC, por exemplo, uma mensagem com a opinião sobre os processos com que o cliente teve contato pode ser enviada, facilitando a criação de um banco de dados com registros precisos sobre a percepção que os consumidores têm sobre a companhia.

4. Tenha mecanismos de envio de dados eficazes

Em processos de vendas e execução de serviços online, muitas vezes, a empresa envia documentos para os seus clientes. Nesse momento, é importante ter os mecanismos necessários para que isso ocorra com segurança e integridade. Por meio deles, o negócio evita fraudes e dá ao consumidor a segurança de que o foi recebido está livre de alterações.

A assinatura digital e os certificados digitais são dois mecanismos que podem ser implementados com esse objetivo. Com eles, a companhia evita fraudes e dá mais legitimidade a todos os arquivos enviados para os seus consumidores. Além disso, contratos digitais terão validade jurídica e rotinas tornam-se mais simples, agilizando os processos de venda.

O que a sua empresa faz para melhorar a experiência do cliente ao lidar com a sua marca? Compartilhe o post nas suas redes sociais com a sua resposta!

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