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23\06\2017

7 razões para investir na gestão de TI da sua empresa

7 razões para investir na gestão de TI da sua empresa

As pressões econômicas, as mudanças rápidas do mercado e a forte concorrência exigem flexibilidade na estrutura das empresas, algo que somente pode ser alcançado com investimento em tecnologia da informação. Hoje você irá descobrir 7 razões para investir na gestão de TI da sua empresa! Veja só:

1- Redução de custos

Na maioria das empresas, a atualização do cadastro de clientes, lançamentos contábeis, registros de vendas e cálculos tributários ainda são feitos manualmente. Nem precisa dizer que todas essas ações implicam em perda de produtividade, uma vez que ocupam dezenas de empregados fazendo um trabalho que poderia ser desempenhado com muito mais eficiência de forma automatizada (o cumprimento de obrigações fiscais, por exemplo, exige cruzamento de montanhas de dados que, por melhor que seja sua equipe, pode ser realizado de maneira muito mais rápida e assertiva a partir de soluções de inteligência de negócios).

É no enxugamento de processos, na liberação de colaboradores para se dedicarem ao core business da organização e no aumento da produção que a empresa reduz custos e melhora seus números no final do mês.

2- Otimização de processos

Razão alinhadíssima com o item anterior. Se você automatiza processos, produz melhor e mais rápido. Um exemplo: mais da metade das reclamações no SAC das empresas do setor de e-commerce são referentes a atrasos a entrega dos produtos. Uma ferramenta que se integre aos sistemas de informação das transportadoras pode acompanhar o status do processo de logística da loja, mostrando em tempo real aos gestores e clientes, onde está o produto adquirido. Se você ainda se pergunta “como a TI pode melhorar meu negócio”, eis um exemplo de caminho a ser seguido.

3- Ganho de vantagem competitiva

A TI é o motor da inovação no mundo dos negócios. Nesse sentido, conceitos como Big Data, Business Intelligence e Internet das Coisas (IoT) vêm sendo cada vez mais difundidos nas empresas para eliminar gaps de eficiência, desenvolver produtos mais próximos do que os consumidores desejam, antever mudanças de tendências e aproveitar oportunidades que a concorrência ainda não enxergou.

O trabalho com Big Data Analytics, por exemplo, passou a ser o trunfo de muitas empresas do setor de e-commerce para alavancar suas vendas, vanguardismo que talvez explique os ótimos resultados do segmento em relação ao comércio tradicional (enquanto o mercado definha na crise, o varejo on-line deve crescer 18% em 2016).

Qual o segmento social do meu cliente? Qual o dia da semana mais indicado para lançar uma promoção? A Black Friday vem aí. Será que vale a pena montar uma estratégia de vendas especial para essa data? O que meus consumidores deverão necessitar na próxima estação?

Todas essas perguntas podem ser respondidas por meio de análise de grandes dados que ferramentas como Big Data Analytics/Análise Preditiva se propõe a realizar, uma vez que, diferentemente das lojas convencionais, as lojas on-line agregam uma montanha de informações dos clientes logados, as quais podem ser uma verdadeira mina de ouro para o empreendedor. Tudo depende de seu investimento na gestão de TI.

4- Fortalecimento da segurança dos dados críticos da empresa

Violações de sistemas e outras formas de ataques cibernéticos vêm crescendo no Brasil em desproporção ao restante do mundo. Uma pesquisa recente feita pela PwC mostrou que os ataques de hackers no país (ou melhor dizendo, de crackers, uma vez que esta é a nomenclatura correta para quem pratica intrusões em sistemas com fins ilícitos) cresceram 274% em 2015, enquanto que no resto do mundo, esse índice foi de apenas 38%.

O crime cibernético está em ascensão no Brasil exatamente porque pessoas físicas e empresas ainda subestimam o potencial de destruição que uma invasão pode fazer. No caso das organizações nacionais, os investimentos em gestão de TI ainda são pequenos em comparação com outras nações, o que é assustador em uma era em que escriturações contábeis são feitas por meio de mídias eletrônicas como SPED Fiscal; dados sigilosos são armazenados em servidores físicos e virtuais; notas fiscais eletrônicas (NF-e) substituem as antigas documentações e papel.

Autenticação de dois fatores, certificados criptografados, backups automáticos e monitoramento de rede são algumas das ações de segurança digital que devem ser adotadas por todas as empresas.

5- Oferecimento de novas formas de relação entre empresa e colaboradores

A Computação em Nuvem deu maior amplitude às relações de trabalho. O uso maciço dos dispositivos móveis por parte dos colaboradores foi porta aberta para a disseminação do BYOD (Bring Your Own Device), no qual a companhia permite que seus funcionários utilizem seus próprios gadgets para acesso aos sistemas da empresa. O receio inicial com eventuais vulnerabilidades que o BYOD poderia trazer foi dissipado com o desenvolvimento de políticas de segurança da informação especiais para esse modelo de trabalho.

Assinatura de termos de responsabilidade, obrigatoriedade do uso de senha com bloqueio automático nos smartphones, dever de instalação do antivírus da empresa e utilização de Certificados Digitais SSL (para a autenticar Servidores Web e criar Canais Criptográficos -ambiente seguro em sites ou aplicações) são algumas das ações que permitem a adoção de novas relações entre empresa e colaboradores, sem que isso represente risco à segurança dos dados empresariais. O mesmo vale para a execução de atividades no formato home-office.

6- Redução das taxas de absenteísmo e turnover

Consequência direta do tópico anterior. Processos automatizados reduzem a sobrecarga de trabalho de seus colaboradores, o que, evidentemente, melhora o clima organizacional e reduz problemas de Gestão de Pessoas como absenteísmo e turnover (rotatividade de profissionais).

7- Conhecer melhor o cliente

Uma rede de supermercados muito conhecida no país resolveu reduzir suas taxas de churn (desligamento de clientes assíduos) apostando em soluções de TI para o varejo. A empresa aproveitou o imenso banco de dados que possuía através de seu canal on-line de vendas (sim, já existe uma demanda imensa de brasileiros que fazem compras em e-supermercados!) e associou sua database com ferramentas de Big Data, no intuito de agregar os dados de perfil de cada cliente e cruzá-los para entender quais são seus produtos e marcas favoritas.

O sistema é então programado para listar periodicamente os consumidores “sumidos” da base ativa da empresa, disparando cupons de descontos personalizados para cada um, de acordo com suas preferências de alimentos e bebidas. Imagine receber um desconto de 70% para aquela sua marca de chocolate preferida? Isso talvez o faria retornar a fazer compras em uma rede que você havia trocado há alguns meses, certo? Isso é gestão de TI aplicada aos objetivos estratégicos do negócio.

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